Morre Marquinhos Azevedo, ícone do Festival de Parintins e ex-tripa do Boi Caprichoso

Com informações do BNC Amazonas

Morreu nesta madrugada, aos 59 anos de idade, em Parintins, o artista Marcos da Silva Azevedo.

Markinho Azevedo, como assinava e era conhecido no festival, como tripa, deu vida ao boi-bumbá Caprichoso durante 26 anos.

Ele defendeu o item “boi-bumbá evolução” até 2017, quando passou o posto para o filho mais velho, Alexandre Azevedo.

Mas, esta semana, na terça-feira, Markinho fez sua última apresentação. Foi num evento para turistas. Ele aproveitou a viagem do filho à cidade e dançou para os visitantes.

Boi espetáculo

O artista marcou sua passagem pelo Caprichoso não apenas pela evolução do boi, mas por apresentar um espetáculo na defesa do item.

Nos 26 anos que ficou responsável por levar o boi para a arena de disputa, Markinho Azevedo protagonizou shows de entradas, com aparições do bumbá de vários locais do Bumbódromo.

Ele também se consolidou como tripa autoral, que produzia o póprio boi para dançar e executar os movimento de evolução.

Música

Marcos da Silva Azevedo também fez história na cidade como músico. Com o irmão Rei Azevedo, levantador de toadas, ele ajudou a fundar o primeiro grupo de boi-bumbá de Parintins.

Este grupo chamava-se Sangue Azul, que depois viraria a banda oficial do Caprichoso, como regional Azul e Branco, em 1988.

Ele também integrou o Levanta Poeira, primeiro grupo de pagote de Parintins. Foi nesse grupo que o já falecido Arlindo Júnior deu seus primeiros passos na história das toadas. Isso ocorreu em 1989.

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