Ex-bbb Lucas Buda recusou proposta de R$ 1,2 milhão para divulgar “Jogo do Tigrinho”

Em space do X, antigo Twitter, o influenciador Lucas Buda contou aos amigos e fãs que recebeu proposta milionária para divulgar o famoso “Jogo do Tigrinho”.

“O influenciador sabe que o algoritmo serve para enriquecer o influencer e empobrecer e enganar os fãs, é completamente diferente de apostas esportivas, me ofereceram R$ 1,2 milhão para divulgar o link do ‘tigrinho’ para meus seguidores”.

Afirmou Buda.

Lucas Buda critica influenciadores que promovem o “Jogo do Tigrinho”

Durante o bate papo, o influencer Lucas Buda afirma e reafirma que ética não tem preço, que tudo tem limites e que tem responsabilidade com seus seguidores.

“O jogo do tigrinho é ilegal, empobrece a sociedade, engana as pessoas, é um algoritmo, eu tenho milhões de seguidores e não poderia enganar quem me acompanha, a carreira de influencer carrega uma responsabilidade enorme sobre a vida e a decisão das pessoas, eu não apoio e jamais divulgaria”.

Encerrou o influencer.

Ex-bbb e influencer Lucas Buda

Lucas também relatou que amigos e colegas de confinamento passam por dificuldades financeiras e isso poderia motivar a praticar tais publicidades.

“Quem sou eu para julgar alguém, não é meu intuito, mas alguns precisam apelar pra métodos sem credibilidade, exposição excessiva, isso pode ter levado outros colegas a divulgar o ilegal “Jogo do Tigrinho”.

Criticou o ex-bbb.

Lucas finalizou contando que pretende avançar sobre projetos que valorizem o povo preto e a periferia.

“Talvez um documentário, algo que possa ser vendido e veiculado em plataformas de stream, estou investindo nisso”.

Finalizou o brother.

De acordo com o JusBrasil, o “Jogo do Tigrinho” nada mais é do que um golpe e é considerado ilegal no Brasil, tanto a prática quanto a a promoção e divulgação e pode ser enquadrado em contravenção penal.

É justamente por promover o jogo que engana, sendo, inclusive, muito bem pagos por isso, que os influenciadores digitais, além dos crimes previstos e imputáveis, também podem ser responsabilizados no âmbito civil, pelos danos causados aos usuários.

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